O Golpe do Litro voltou!
Fiquem atentos na hora de contratar uma empresa de controle de pragas urbanas (Dedetizadora).

Existem no mercado empresas oferecendo serviços de controle de pragas, inclusive de cupins (também conhecido como golpe do litro ou golpe do cupim), na qual a venda é feita através de valores que são estipulados pelos litros de calda inseticida utilizada. Esta calda nada mais é do que a diluição do produto em água para a aplicação.

Empresas que agem desta forma normalmente não possuem capacitação técnica e desconhecem os procedimentos adequados para o controle, ocasionando assim riscos à saúde das pessoas, contaminação ambiental, além de lesar financeiramente o contratante e não oferecer eficácia no serviço prestado.

De forma alguma aceite orçamentos cobrados por litro de calda utilizada ou que o seu valor varie de acordo o desenvolvimento do serviço. O preço total deve ser estabelecido antes do início dos trabalhos.

 

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A Leptospirose, transmitida pela urina do rato, e a dengue são as mais comuns

Os especialistas da APRAG – Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas recomendam atenção redobrada nesta época do ano, em que as fortes chuvas aumentam o risco das doenças transmitidas pelas pragas, e que podem ser fatais. Segundo o biólogo e vice-presidente executivo da associação, Sérgio Bocalini, "as ações são simples e velhas conhecidas da população, como não deixar água parada e evitar o contato com a água de enchentes, mas muitas vezes essas atitudes não são tomadas".

Causada pela bactéria Leptospira interrogans, transmitida pela urina do rato, a Leptospirose é um problema recorrente todos os anos. Além da dor intensa nas batatas das pernas, os primeiros sintomas da Leptospirose são muito parecidos com os de uma gripe comum, mas podem evoluir, atacar órgãos vitais e até levar à morte.

O especialista da APRAG recomenda que após uma enchente, no momento da limpeza da casa e dos quintais, as pessoas utilizem luvas e botas de borracha para evitar contato com a água e lama. Outra medida importante a ser adotada é realizar a higienização da casa e dos utensílios com água sanitária. "Estas são ações importantes, mas como muitas vezes é difícil evitar o contato com a água, quando a enchente ocorre, recomendamos ações preventivas de combate à infestação de roedores", afirma Bocalini. "Ações como evitar o acúmulo de lixo, manter casas e quintais sempre limpos e pedir ajuda de especialistas no combate às infestações fazem toda a diferença, pois combatem o transmissor da doença", completa.

Estima-se que na cidade de São Paulo cerca de 25% dos domicílios estejam infestados, número que pode crescer ainda mais, pois cada fêmea adulta de um roedor urbano pode ter de 4 a 12 ninhadas por ano, com uma média de 3 a 12 filhotes, dependendo da espécie. Devido ao grande número de roedores, só em 2008, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica, o Estado de São Paulo registrou 512 casos confirmados de Leptospirose, com 70 óbitos.

Sérgio Bocalini afirma ainda que é preciso ficar atento a outro perigo no combate aos roedores. "Os produtos ilegais, como o chumbinho, muitas vezes são utilizados pela população na busca por uma solução rápida. Mas, ao invés de solucionar o problema, este tipo de produto coloca em risco a vida de pessoas, principalmente crianças, e animais domésticos", diz o especialista.

Para saber mais sobre o combate aos roedores e tirar dúvidas sobre o assunto, a população pode entrar em contato com a APRAG através do telefone (11) 3876-4015 ou do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Colocamos especialistas à disposição para entrevistas ou para tirar dúvidas sobre o assunto.

Escorpiões, cobras e aranhas são os mais comuns e podem levar à morte 

Segundo dados divulgados pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, na última década (2000 a 2010), o número de acidentes com animais peçonhentos no Estado subiu de 6.873 para 14.601. Quem lidera o ranking são os escorpiões, responsáveis por 6.783 casos, quase 50% do total. De acordo com os especialistas da APRAG – Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas, várias são as causas deste aumento, entre elas, a expansão urbana e a grande oferta de alimentos e abrigos para estes animais.

“Todas as pragas urbanas necessitam de alimento, água e locais para se abrigar. O avanço das cidades para áreas antes não habitadas, a precariedade das habitações e a grande quantidade de lixo e entulho à disposição formam o ambiente ideal para a proliferação e esconderijo dessas pragas”, afirma o vice-presidente executivo da APRAG, Sérgio Bocalini. As baratas, por exemplo, são o alimento preferido dos escorpiões e os ratos servem de atrativo para as serpentes.

Embora destaque a precariedade de alguns ambientes como razão para o aparecimento dos animais peçonhentos, Sérgio Bocalini afirma que é possível a população tomar algumas medidas para diminuir o perigo. “A limpeza e conservação das casas, quintais e terrenos é a principal arma da população. A vegetação precisar ser mantida rasteira, lixos bem tampados, assim como frestas em paredes e muros. E o ambiente precisa estar dedetizado, para evitar a disponibilidade de alimentos”, explica.

Quando a prevenção não é realizada de forma adequada, outras medidas são necessárias para controlar esses animais, são os tratamentos químicos, que só podem ser realizados por empresas profissionais, especializadas no controle de pragas urbanas. Para se ter uma ideia do tamanho do problema, um único escorpião, dependendo da espécie, pode gerar até 40 filhotes por ano, chegando a 160 filhotes durante sua vida, e sua picada, além de causar dores e lesões, pode levar à morte.

Segundo os especialistas da APRAG, o controle feito de forma errada, além de não resolver o problema, pode levar um outro perigo à população. O risco de intoxicação por produtos químicos, que pode afetar adultos, crianças ou animais domésticos. Para esclarecer dúvidas sobre a contratação de empresas idôneas, especializadas no controle de pragas urbanas, a APRAG mantém o site www.aprag.org.br e o telefone (11) 3876-4015.

Eles se alimentam de celulose, destroem madeira, papel, papelão e até alguns tipos de tecidos, como o algodão. Pequenas, algumas espécies se deslocam facilmente em busca de abrigo e alimento, podendo infestar um imóvel inteiro. Por ter grande poder de destruição, os cupins estão entre as pragas que mais causam prejuízos em ambiente urbanos.

Segundo Sérgio Bocalini, biólogo e vice-presidente executivo da Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas (APRAG), os cupins são realmente preocupantes, porém, há formas de se proteger e evitar a infestação, e nem sempre esta infestação é um caso perdido, que não justifica tratamento. “Existem diversos mitos envolvendo os cupins. É necessário que a população conheça um pouco mais sobre o inseto, para proteger seu patrimônio e até fugir de golpes de empresas mal intencionadas”, explica Bocalini.

Conheça alguns dos mitos e verdades que envolvem os cupins:

Siriri é Cupim – VERDADE! Os siriris são cupins em fase alada. Com a chegada do calor e o aumento da umidade, eles iniciam seu período reprodutivo e aproveitam para se instalar facilmente nos imóveis em busca de alimento. Para se proteger, a população pode evitar a entrada dos siriris colocando telas em portas e janelas e apagando as luzes dos imóveis. Um serviço preventivo feito por empresas especializadas no controle de pragas também é eficiente.

Cupim come concreto – MITO! O máximo que o cupim é capaz de fazer é desgastar algumas estruturas de alvenaria dependendo da consistência da argamassa utilizada na construção. Isso para abrir caminho e se movimentar pelo imóvel, em busca de alimento e abrigo. Mas o cupim não consome o concreto como faz com as estruturas madeira.

Cupim pode destruir toda uma casa de alvenaria – MITO! Os cupins somente têm poder para comprometer a estrutura de uma casa por completo se ela for construída com madeira não tratada. Do contrário, os estragos que podem causar em paredes de alvenaria são pequenos para levar à destruição do imóvel.

É impossível vencer a batalha contra os cupins – MITO! “Muitas pessoas acreditam que se um imóvel ou móvel está infestado, acabou, não há solução”, conta Sérgio Bocalini. Isso nem sempre é verdade. “Na maioria dos casos, é possível perceber a presença de cupins em estágio inicial de infestação, e, dessa forma, realizar um trabalho eficiente no controle da praga para salvar o local infestado”, completa o biólogo. Vale ressaltar que este trabalho deve ser feito por empresas especializadas no controle de pragas, que avaliem a infestação e decidam pela melhor forma de controle, evitando riscos de intoxicação aos moradores.

Várias espécies de cupim infestam ambientes urbanos – VERDADE! São várias as espécies, porém, são dois tipos os mais comuns. O cupim de madeira seca, como o nome já diz, se instala em peças de madeira com baixa umidade, como móveis, portas, batentes e rodapés. A infestação normalmente é isolada.  A presença deste cupim é facilmente identificada pelas fezes, um material granulado, que aparece no local infestado. O cupim subterrâneo é a outra espécie comum e a mais destrutiva. Prefere ambientes mais escuros e úmidos, pois se desidrata com facilidade. Não aparecem as fezes como acontece com a espécie anterior, mas deixa alguns caminhos de terra por onde se movimenta, o que faz com facilidade. Suas colônias são maiores e podem ser instaladas próximas ao solo ou em caixões perdidos, decks, entre outros locais.

Cupins são sempre prejudiciais – MITO! Existem espécies benéficas de cupins. Principalmente espécies silvestres, que têm um importante papel como decompositores.

Para tirar outras dúvidas sobre os cupins e se informar sobre a maneira segura de contratar uma empresa especializada no controle de pragas, o consumidor deve entrar em contato com a APRAG (www.aprag.org.br).