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FEBRE AMARELA, O QUE PODEMOS FAZER PARA AJUDAR NO SEU CONTROLE?

 


Por Sérgio Bocalini, 20 de abril de 2018


 


A Febre Amarela é uma doença infecciosa febril provocada por um vírus que possui dois ciclos de transmissão distintos, o silvestre e o urbano, em que temos a participação de diferentes espécies mosquitos vetores com potencial de transmissão.


 


No ciclo de transmissão silvestre os macacos (primatas não humanos) são os hospedeiros e amplificadores do vírus, que possuem não cadeia de transmissão os mosquitos Haemagogus e Sabethes, que apresentam comportamento silvestre, realizando a manutenção e mantendo o vírus em circulação nestes ambientes.


 


O ciclo de transmissão urbana já se caracteriza com a presença do ser humano ocupando o papel de hospedeiro e amplificador e principalmente o mosquito Aedes aegypti ocupando o papel de transmissor do vírus em ambiente urbano, em determinadas situações também pode-se ter a presença do Aedes albopictus também fazendo parte do ciclo urbano de transmissão.


 


Importante salientar que desde 1942 não há registro do ciclo de transmissão urbano de febre amarela no Brasil, e que todos os casos registrados atualmente segundo dados do Ministério da Saúde estão relacionados a eventos relacionados diretamente com eventos silvestre.


 


Nesta relação direta entre os primatas não humanos, mosquitos silvestres e a transmissão para algumas pessoas, pode-se afirmar que os macacos possuem papel fundamental como organismos sentinelas que ao morrerem infectados com a doença, cumprem o papel de alertar as autoridades sanitárias em relação ao potencial risco de transmissão da febre amarela para grupos que transitam ou populações que habitam nas proximidades de áreas florestais.


 


Segundo as autoridades sanitárias a melhor forma para tentar conter a circulação da febre amarela entre os humanos e evitar a possibilidade da instalação do ciclo urbano, a vacinação do maior número de indivíduos da população passa a ser estratégia fundamental. O biólogo e vice-presidente executivo da Aprag, Sérgio Bocalini informa que é importante as empresas controladoras de vetores e pragas urbanas orientarem os seus colaboradores para que se vacinem, uma vez que eles realizam atividade em diversas regiões e podem circular em áreas em que haja a presença de situações que favoreçam a transmissão da doença.


 


Do ponto de vista prático a melhor forma que as controladoras de vetores e pragas urbanas podem colaborar com o controle da febre amarela e informa aos seus colaboradores que estão em atividade de campo, que ao se depararem com algum macaco morto devem informar imediatamente o diretor ou responsável técnico da empresa, para que estes possam realizar a notificação de epizootias de primatas não humanos junto a vigilância epidemiológica do município onde o animal foi encontrado. Desta forma estaremos contribuindo de maneira efetiva para o mapeamento da febre amarela pelas autoridades competentes e estimulando que as pessoas presentes nessa área sejam vacinadas.


 



 


 


 


 


 

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