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Índice de infestação do mosquito da dengue em Sarandi chega a 9,1%

O último Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa) apontou que infestação do mosquito transmissor da dengue em Sarandi, no norte do Paraná, é de 9,1%. Ou seja, a cada 100 casas visitadas, em nove delas há focos do mosquito. O número é preocupante, já que a Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza que o índice não ultrapasse o 1%.

Em alguns bairros de Sarandi o índice de infestação chega a 11,8%, como nos casos dos Jardins Cometa e Verão e no Parque das Indústrias. Foram encontrados focos do mosquito em praticamente 12 de cada 100 casas desses bairros.

O levantamento, divulgado na terça-feira (6), foi realizado entre 29 de janeiro e 02 de fevereiro. Os agentes visitaram 1.603 imóveis. Nestes locais foram encontrados 140 larvas do mosquito.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), Sarandi tem oito casos confirmados da doença. Em todo o estado, de 1º de agosto de 2017 até fevereiro de 2018, são 447 casos confirmados de dengue , de acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Sesa.

De acordo com a supervisora de Combate de Endemias, Rosana Santos, a situação é preocupante e as ações de combate ao mosquito devem ser intensificadas.

"Vamos intensificar as visitas às casas e pretendemos fazer em breve arrastões e mutirões de limpeza para acabar com o lixo e eliminar os focos do mosquito".

Veja o levantamento da infestação de dengue por bairro em Sarandi:

 

  • Jardim Cometa, Jd. Verão, Pq. das Indústrias - 11,8% (alto risco)
  • Jardim Ouro Verde, Jd. Independência, Jd. São Paulo - 10% (alto risco)
  • Jardim das Torres, Centro, Pq. São Pedro - 8,8% (alto risco)
  • Jardim Novo Independência, Jd. Universal - 7,8 % (alto risco)
  • Parque Alvamar - 5,4% (alto risco)

 

Principais criadouros encontrados pelos agentes de endemias:

 

  • 1º lugar - lixo reciclável, garrafas, latas e plásticos - 50,3%
  • 2º lugar - vasos e pratos de plantas, bebedouros de animais e materiais de construção - 22,7%
  • 3º lugar - pneus - 11,4%
  • 4º Lugar - caixas de água baixa, tonéis, tanques e tambores - 9,7%
  • 5º Lugar - depósitos fixos, piscinas, calhas, lages e sanitários em desuso - 4,3%
  • 6º Lugar - depósitos naturais ex: bromélias, ocos de árvores - 1,6%

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