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Macaco no Zoológico de SP é diagnosticado com febre amarela



Um macaco no Zoológico de São Paulo, na Zona Sul da cidade, foi diagnosticado com febre amarela na noite desta sexta-feira (8). Segundo a Prefeitura e o governo do estado, o bugio está vivo, isolado e sob monitoramento.






As gestões estaduais e municipais recomendam que apenas pessoas imunizadas contra a doença visitem o Jardim Botânico e o Parque Zoológico.




Após a confirmação do diagnóstico, a gestão municipal iniciou uma força tarefa para vacinação dos visitantes e da população do entorno da região, onde a cobertura vacinal da febre amarela é de 60%, neste momento.




O Zoo é rodeado pelos bairros do Cursino, Jabaquara e Sacomã, que totalizam uma cobertura média de 53%, com uma população estimada de 600 mil habitantes.




O município fará vacinação por meio de postos volantes e casa a casa num raio de 300 metros em torno do ponto turístico, distância estimada de alcance do voo do vetor – a febre amarela silvestre é transmitida pelos mosquitos Sabethes ou Haemagogus.




 



Cobertura vacinal



 




Em toda a capital, a cobertura vacinal é de 77%. A vacina está disponível na rotina dos postos da rede pública de saúde e leva dez dias para garantir proteção efetiva.




A Secretaria Municipal de Saúde afirma que todos os paulistas devem se vacinar contra a febre amarela, caso ainda não estejam imunizados.




Moradores de qualquer região da cidade precisam se prevenir contra a doença, sobretudo aqueles que residem ou visitam áreas rurais, de mata e ribeirinhas, onde há vegetação densa.




 



Sobre a vacinação



 




A vacina é indicada para pessoas a partir dos 9 meses de idade. Devem consultar o médico sobre a necessidade da vacina os pacientes portadores de HIV positivo e transplantados.




Não há indicação de imunização para gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses de idade e imunodeprimidos como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (como por exemplo Lúpus e Artrite Reumatoide).


 



 


Desde 2016, a Secretaria intensificou as ações de enfrentamento da febre amarela no Estado, por meio de monitoramento dos corredores ecológicos, vigilância epidemiológica e vacinação. Além do reforço nas estratégias em locais que convencionalmente estavam no mapa de imunização, as áreas com indicação da vacina foram gradativamente ampliadas antes mesmo da chegada do vírus.




Isso ocorreu na Região Metropolitana de Campinas e Rota dos Mananciais, ainda em 2017, bem como a realização da campanha no início de 2018, que abrangeu 54 municípios da Baixada Santista, Vale do Paraíba e Grande ABC, culminando na totalidade do Estado.




Nos últimos dois anos, mais de 15 milhões de pessoas foram vacinadas contra a febre amarela no Estado. O número é duas vezes maior que o vacinação da década anterior, com 7 milhões de pessoas imunizadas entre 2006 e 2016.







 












 — Foto: Arte/G1

— Foto: Arte/G1







 

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