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Mosquitos Aedes aegypti nos municípios do AM podem provocar dez epidemias, diz FVS


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Ao menos 45 municípios dos 62 do Estado apresentam registros da presença do mosquito, em dez há casos de doenças (Foto: Semcom/Divulgação)



 


Apesar de não haver casos de epidemia de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti no Amazonas há anos e o Estado ter registrado redução no número de casos de doenças nos últimos meses, as ações de combate ao mosquito são rotina e reforçadas nesse período de “inverno amazônico” porque há mosquitos dessa espécie em pelo menos 45 municípios. Em 10 desses municípios há registro de doenças e entre eles há alguns com mosquitos em quantidade suficiente para provocar pelo menos 10 epidemias diferentes.


Os especialistas da Fundação de Vigilância em Saúde  do Amazonas (FVS-AM) e da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus (Semsa), no entanto, garantem que não há possibilidade de epidemia. Eles também pedem a colaboração da população no combate ao mosquito transmissor de dengue, febre chikungunya e zika.


 O diretor-presidente da FVS-AM, Bernardino Albuquerque, ressaltou, durante o evento de lançamento do “Dia D contra o Aedes aegypti”, realizado ontem pela manhã na Escola de Tempo Integral Eliza Bessa Freire, bairro Jorge Teixeira, Zona Leste de Manaus, que houve redução do número de casos dessas doenças no Amazonas nos últimos anos. “Se a gente for fazer uma análise nos últimos anos, o Amazonas não teve epidemia dessas doenças, com exceção da introdução do zika há três anos, mas no restante nós tivemos uma situação de declínio tanto na capital quanto no interior do Estado. O importante é continuarmos agindo com ações de combate”, disse.


A diretora-técnica da fundação, Rosemary Costa Pinto, destacou que entre os 45 municípios onde há presença do mosquito Aedes pelo menos três têm um alto índice de vulnerabilidade. “Entre os 10 municípios com casos de doença, tem alguns que nos levam a uma preocupação maior, como é o caso de Guajará, Tefé e Novo Airão, que têm quantidade de mosquito suficiente para causar dez epidemias de dengue”, observou a diretora.


Intensificação


Diante dessa situação, a FVS-AM intensifica as ações tanto na área de combate como de alerta sobre a importância da participação ativa da população. “A gente pede que a população entenda que não só as estruturas governamentais devem dar conta desse mosquito, esse mosquito é problema de toda cada cidade, cada um deve fazer sua parte”, afirmou Rosemary.


 


 Ela orientou ainda que, ao mínimo sinal de mal estar, a população deve procurar atendimento médico e nunca tratar qualquer sintoma como banalidade. “No Amazonas, se a gente tem febre é um indicador de que alguma coisa não vai bem. Então, se nós temos febre, não é uma banalidade, não é uma coisa normal, deve-se procurar atendimento médico para saber a real causa”, completou.


Queda de 68% das doenças


O Boletim Epidemiológico de Monitoramento de Doenças Transmitidas por Aedes aegypti apresentou redução 68% de casos notificados de febre chikungunya, de janeiro a outubro deste ano, comparado ao mesmo período em 2017 – foram 170 casos em 2018, contra 548 notificações no ano passado.


A dengue reduziu 42%, com 4.379 casos notificados em 2018 e 7.575 em 2017. O zika vírus teve redução de 32%, em 2018, quando foram notificados 446 casos, contra 657 em 2017.


 No mesmo período, a capital registrou 415 casos confirmados de doenças transmitidas pelo Aedes (dengue, zika e chikungunya), representando uma redução de 52% em relação ao mesmo período de 2017, quando foram confirmados 861 casos.


De olho nos dados nacionais


Até 3 de novembro, foram notificados 223.914 casos de dengue em todo o País, segundo dados do Ministério da Saúde. O número de casos de febre chikungunya é de 81.597, o que representa uma taxa de incidência de 39,1 casos/100 mil habitantes. Já o número  de casos prováveis de zika é de 7.544 até agora.


 


FONTE: acritica

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