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Prefeitura de SP antecipa plano de combate ao Aedes aegypti para evitar surtos de dengue e febre amarela



Mosquito aedes aegypt — Foto:  Paulo Whitaker/Reuters

Mosquito aedes aegypt — Foto: Paulo Whitaker/Reuters










A Prefeitura de São Paulo anunciou na manhã desta quinta-feira (8) que irá antecipar o lançamento do plano de combate ao mosquito Aedes aegypti em toda a cidade e reforçar o efetivo de agentes de saúde envolvidos na ação.





O mosquito que transmite a dengue, zika vírus, chicungunya e febre amarela, será combatido a partir da próxima semana, o dia exato não foi informado. Normalmente, as campanhas são lançadas em janeiro.




A grande preocupação das autoridades neste ano são a transmissão das doenças da dengue e febre amarela. Isso porque a dengue é cíclica e o último grande foco foi em 2015 quando foram registrados mais de 100 mil casos e 25 mortes pela doença. Já a febre amarela deve ser combatida através da eliminação dos focos do mosquito e vacinação, que ainda é baixa na capital paulista.




De acordo com a administração municipal, o diferencial do combate ao mosquito neste ano ocorre porque é um plano intersecretarial.




"O que nós estamos neste momento é uma ação de governo, não é ação apenas da secretaria da Saúde. É uma ação que vai passar todas as áreas de governo então a capacidade do poder público não só de orientar, educar, mas de tratar os casos que podem ocorrer é muito maior", afirmou o secretário da Saúde Edson Aparecido. Segundo ele, a capacitação dos agentes também é fundamental.




Além dos 8.500 agentes da saúde, neste ano outros 2.500 profissionais receberam treinamento para ajudar a população.




Uma sala de situação, comandada pelo infectologiSta David Uip, será montada para monitorar as doenças transmitidas pelo mosquito.




Até outubro deste ano foram registrados 505 casos de dengue no município. No amo passado, foram confirmados 866 casos.




Em relação à febre amarela, neste ano goram 13 casos autóctones (adquiridos no próprio município), 107 casos importados e seis mortes. Em 2017 não teve nenhum caso autóctone e teve 28 casos importados.







Também foram confirmados 24 casos de chicungunya autóctones neste ano e 30 importados. Em 2017 foram três autóctones e um importado.




Neste ano não teve nenhum caso autóctone de zika e apenas um importado. No ano anterior foram 3 autóctones e um importado.




 



Vacinação



 





Neste mês, além dos posto de saúde, a vacina contra a febre amarela também será aplicada em estações trem, metrô e terminais de ônibus. A meta é imunizar 95% da população em 2019. De setembro do ano passado, quando começou a imunização, até outubro de 2018, foram vacinadas 6,8 milhões de pessoas, o que representa 58,5% da cobertura vacinal.


 


FONTE: G1




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