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Quatro cidades da Baixada Santista estão em alerta e trabalham para combater o mosquito da dengue





Possível criadouro de dengue em São Vicente, SP (Foto: Reprodução/TV Tribuna)



Possível criadouro de dengue em São Vicente, SP (Foto: Reprodução/TV Tribuna)










 


Em 2017, Guarujá teve 43 casos de dengue, dois de zika e um de chikungunya. Em Peruíbe, um caso de dengue foi confirmado e, em São Vicente, 19 casos de dengue foram registrados. Itanhaém teve oito registros de casos de dengue. De acordo com o Ministério da Saúde, essas cidades podem ter uma epidemia das três doenças por conta da quantidade de larvas do mosquito encontrada durante as fiscalizações dos agentes.




Segundo a Secretaria de Saúde de Guarujá, as características geográficas da cidade, como morros e áreas de mata, contribuem para o alto índice do LIRAa. No entanto, a secretaria destaca que o último resultado divulgado é um dos mais baixos, se comparado a anos anteriores.







 

Agentes da dengue atuam em residências em Guarujá, SP (Foto: Prefeitura de Guarujá)



Agentes da dengue atuam em residências em Guarujá, SP (Foto: Prefeitura de Guarujá)


 






Para 2018, a estimativa do Estado é de 6.900 casos de dengue em Guarujá e, segundo a prefeitura, 60 agentes de endemias e 230 agentes comunitários de saúde fazem a prevenção no município que adquiriu recentemente duas máquinas que serão utilizadas somente em caso de epidemia. Desta forma, Guarujá afirma que fica preparado para a aplicação de inseticida nos bairros com maior número de casos, de forma a conseguir interromper rapidamente a proliferação do mosquito.


 



 


Em Peruíbe, a atual gestão informa que assumiu em janeiro deste ano sem nenhum agente de endemias e, imediatamente, foi providenciado um processo seletivo e houve a contratação de 30 agentes de combate as endemias. Neste período, 86 agentes comunitários de saúde também foram contratad




A Prefeitura de Itanhaém esclareceu que está fazendo visitas à residências, trabalho educativo nas escolas, nebulização em pontos estratégicos com maior número de infestação Aedes, além do uso de Larvicidas, que são os produtos utilizados pela equipe de endemias. Em janeiro, em dois fins de semana, serão realizados mutirões em bairros com maior índice. Atualmente há 30 agentes de combate a endemias e 150 agentes comunitários de saúde que também atuam nas visitas aos domicílios.





Atualmente, São Vicente conta com 66 agentes de saúde que realizam diversas ações de combate e conscientização da dengue nos bairros da cidade. Além disso, o município está realizando um treinamento com 9 agentes do quadro, para execução da Avaliação da Densidade Larvária de janeiro, devido às mudanças de metodologia da avaliação.





 

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