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Revoadas de cupins deixam paulistanos em alerta até fim de outubro



Foto: Marcos Potenza/Divulgação







Cupins provocam danos econômicos em São Paulo (Foto: Marcos Potenza/Divulgação)




Revoadas do cupim Coptotermes, que ataca principalmente casas e árvores, devem ocorrer na capital paulista até o fim de outubro, de acordo com Marcos Roberto Potenza, pesquisador do Instituto Biológico, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. É nesta época, explica o especialista, que fica mais fácil localizar os ninhos e fazer o controle da praga. 

“Este é o período que os reprodutores saem dos ninhos, porque as condições de temperatura são as mais adequadas. Quando ocorrem as revoadas, você consegue localizar os ninhos. Isso serve de indicador de onde estão [os cupins] para fazer o controle da colônia”, diz Marcos Potenza. Segundo ele, os cupins costumam se instalar em raízes de árvores e vãos estruturais das edificações. 


 


“Na primavera e no verão, aumentam a intensidade de infestação de insetos de uma maneira geral, por causa da temperatura e das condições de umidade. É um momento que eles se dedicam à reprodução”, completa. Segundo ele, os cupins são as pragas responsáveis pelos maiores danos econômicos. “É por causa do consumo de madeiras e móveis, reformas exigidas nos telhados e o próprio custo para controlar essas pragas.” 

Segundo o especialista, é difícil localizar o ninho central dos cupins, onde ficam os reprodutores primários. Com as revoadas, a possibilidade de encontrá-lo aumenta. “Uma vez localizado [o ninho], o controle sempre é mais barato”, afirma Potenza.


 

 


Para evitar que os cupins entrem em casa durante as revoadas, o ideal é fechar as janelas e apagar as luzes, segundo o pesquisador. Caso a pessoa presencie, por exemplo, uma revoada perto de uma árvore, o ninho pode estar localizado perto dali. Potenza indica que, nesse caso, seja chamada uma empresa especializada para fazer o controle. 

Os cupins se alimentam de celulose e podem provocar danos, por exemplo, nas árvores da cidade. Fragilizadas, as plantas podem ser derrubadas com os ventos. Apesar de não possuir um dado sobre o número de árvores atingidas por cupins na capital paulista, o especialista diz que a infestação é “bem razoável”.


 


A Prefeitura de São Paulo afirma que, caso os paulistanos percebam árvores com cupins nas vias públicas, o ideal é entrar em contato com a subprefeitura da região. Um agrônomo irá até o local para fazer uma vistoria e verificar a necessidade de tratamento ou eventual remoção.


Trauma


A advogada Maria Isabel Lopes da Cunha Soares, de 38 anos, diz ter “trauma” dos cupins. “Quando têm essas revoadas, eu fecho a casa inteira”, conta. O motivo é uma infestação de cupins no apartamento onde ela morava em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Ela precisou refazer os fundos dos armários e pintar o imóvel todo após o tratamento contra os bichos – além dos três dias que ficou fora de casa. 

“As pessoas vão ganhando experiência quando mudam de casa. Algumas olham o sol, eu fico vendo se tem cupim”, afirma. A infestação ocorreu em 2000 e ela só percebeu porque viu um cupim saindo de um sofá que ficava encostado na parede. A advogada conta que a empresa contratada conseguiu salvar o móvel, mas foi preciso fazer controle em todo o apartamento. 

A oficial administrativa Neide Ferreira de Oliveira, de 66 anos, perdeu dois armários na residência onde mora, na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo. “Quando você percebe, [o estrago] já está adiantado”, conta. Além disso, os tacos do chão dos quartos e da sala também foram danificados e ela precisou trocar tudo por piso frio. 

O biólogo Sérgio Bocalini, vice-presidente da Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas (Aprag), diz que há espécies de cupins que destroem os móveis mais lentamente. Porém, outras danificam a peça em poucos meses. “ Pensando em uma espécie voraz, você teria um bom estrago em algumas áreas de seis a nove meses”, afirma. 

De acordo com ele, “quase todos os bairros [de São Paulo] estão infestados”. Bocalini explica que as pessoas têm a impressão que o problema é maior nos bairros mais antigos porque já há um estrago perceptível. Porém, isso não significa a ausência da praga em outros locais. “ O cupim está lá há mais tempo, não é que em outros bairros não têm cupins.”


 


FONTE: G1


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